Nossa versão tupiniquim de Noite de Reis, de Shakespeare: estética praiana brasileira, trilha original e um fechamento de carnaval.
Nossa versão tupiniquim de Noite de Reis, de Shakespeare: uma releitura com estética praiana brasileira em Ilíriabela, cidade fictícia batizada no mesmo espírito de Taubatebas e Corintibas (de Édipau Édipedra). Depois de um naufrágio, Viola se dá por náufraga sozinha, certa de que o irmão gêmeo Sebastião se afogou — pra sobreviver, se disfarça de rapaz sob o nome de Cezinha e entra a serviço do Duque Otávio.
Otávio é apaixonado pela melancólica Olívia e usa Cezinha como mensageiro do próprio amor — só que Olívia rejeita o duque e se apaixona pelo mensageiro. Em paralelo, Seu Tobias Arroto, Seu André Bochecha e a criada Maria armam uma pegadinha contra o mordomo empolado Manuel. Tudo isso embalado por trilha original ao vivo — samba-enredo, bossa nova, forró — e um fechamento de carnaval.








Fotos individuais de Patrícia Monguzzi, Melinda e Guilherme Gruber em breve.


























Em breve, com o que o público e a crítica disserem sobre Noite de Reis.