Uma releitura livre e etílica de Dom Casmurro — drunk Shakespeare à brasileira, em formato de teatro de bar.
Nova temporada: dias 4, 5 e 6 de dezembro no Teatro Coutinho e Paladini — ingressos em breve
O primeiro espetáculo do grupo: uma releitura livre e etílica de Dom Casmurro, transportando Bentinho, Capitu e companhia para o formato de teatro de bar — drunk Shakespeare à brasileira. Conforme o elenco se entrega à bebida, as fronteiras entre cena e realidade se dissolvem e a plateia é convidada pra dentro da história, questionando a veracidade do próprio narrador e a fragilidade da memória.
O conflito nasce das suspeitas de Bentinho sobre a fidelidade de Capitu — ele desconfia que ela o traiu com seu melhor amigo, Escobar, e que o filho do casal, Ezequiel, seria fruto disso. Como é ele quem narra a história, a dúvida nunca se resolve de verdade: quem assiste sai questionando o quanto dá pra confiar num narrador enciumado (e, aqui, também bêbado).
Os atores bebem de verdade em cena — uma escolha que empurra a atuação pro território da improvisação e borra a linha entre o que é roteiro e o que é a night acontecendo ali, ao vivo.






Fotos individuais de Patricia Monguzzi e Guilherme Gruber em breve.






Técnica de som e luz da temporada 24/25: Marcelo Cambraia.
Nas primeiras temporadas, Dona Glória e Dona Fortunata foram vividas por Luiza Dalbosco, e Tio Cosme, Prima Justina e Sancha por Rafaela Brasil.


Ingressos em breve






Em breve, com o que o público e a crítica disserem sobre Mamado de Assis.